Fratura de metais: mecanismos (frágil, dúctil, clivagem, intergranular) e influência da microestrutura
O que caracteriza a fratura 'taça e cone' no ensaio de tração?
Apuntes
[Diapositiva 1] FRATURA FRÁGIL E FRATURA DÚCTIL E FALHAS POR FADIGA Sérgio Souto Maior Tavares UFF – CEFET [Diapositiva 2] [Diapositiva 3] Fratura frágil x fratura dúctil no ensaio de tração Fratura “taça e cone” – Se iniicia quando, devido à estricção, surge uma componente hidrostática trativa no centro do CP, na região do pescoço. Esta componente favorece a nucleação de vazios nas interfaces entre a matriz metálica e as inclusões. Estes microvazios coalecem e se inter-conectam . [Diapositiva 4] Exemplos de microvazios – “ dimples ” - 1 [Diapositiva 5] Ensaios de impacto (Charpy e Izod ) Alta taxa de carregamento condição crítica CP entalhado (concentrador de tensões) condição crítica Norma ASTM E23b; Norma ASTM A370. O golpe é dado no sentido de abrir e não fechar a trinca. Pode-se variar a temperatura de ensaio utilizando-se misturas de nitrogênio e álcool para refrigeração. [Diapositiva 6] Influência da Temperatura FRATURA FRÁGIL Pouca deformação plástica macroscópica Brilhante (no caso da fratura por clivagem) Facetas e rios de clivagem ou trincas intergranulares Mecanismo: clivagem ou fragilização intergranular FRATURA DÚCTIL Muita deformação plástica macroscópica (expans...
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