EQUIDEOCULTURA1 MANEJO REPRODUTIVOCRIA23O DE ANIMAIS N4O RUMINANTES1IMPORT5NCIA DA REPRODU67OEvento mais importante que ocorre na natureza808 do manejo de um HarasFuncion9rios - 10ndice de fertilidadeApoio fundamental para trabalho Veterin11rioDefine o resultado econ12mico da cria1314oEsp15cie equina possui os 16ndices mais baixos de fertilidade quandocomparada com as demais esp17cies dom18sticas21AulasAVALIA1920O DO REPRODUTORAspectos Anat21micos22 Aparelho reprodutor 23 Puberdade24 Os potros entram na puberdade aos 18 meses de idade25 mas s26 devem ser iniciados na reprodu2728o ap29s os 30 meses de vida30 Sistema locomotorAspectos Fisiol31gicos32 Comportamento Reprodutivo 33 podem estar f34rteis at35 os 24 anos em m36dia. 37 Caracter38sticas morfol39gicas3AVALIA4041O REPRODUTIVA DA 42GUAAspectos Anat43micosAparelho reprodutor 44 Puberdade antes de 2 anosAs f45meas devem ser cobertas46 pela primeira vez47 a partir dos 3 anos de idade48 para que o primeiro partoocorra entre os 4 anos e 4 anos e meio49 quando a 50gua est51 madura e tem seu completo desenvolvimento. O picode maturidade e fertilidade das f52meas ocorre entre os 4 e 15 anosSistema locomotorAspectos Fisiol53gicos54 Horm55nios56 FSH57 LH58 Estr59geno e Progesterona60 Comportamento reprodutivo - CIO42AulasAVALIA6162O REPRODUTIVA DA 63GUAPoli64strica estacional65 pode apresentar cio o ano todo66 por67m68 a atividade ovariana 69 mais intensa na primavera e ver70o 71outubro a fevereiro72 73 disponibilidade de pastagem e fotoper74odo maiorEfici75ncia reprodutiva 76 nutri7778o79 ambiente80 clima e luminosidade5CONTROLE DA COBERTURAO cio da 81gua dura em m82dia 5-7 dias.Ciclo estral83 18 a 22 diasO per84odo f85rtil da 86gua ocorre nas 248748 horas antes do t88rmino do cio.O espermatozoide permanece vi89vel no trato genital feminino por 48 horas.Quando n90o 91 feito controle folicular 92palpa9394o ou ultrassonografia9596 cobre ou insemina em dias alternados97 no 398 e 599 dia do cio e100 enquanto a 101gua estiver aceitando o garanh102o63AulasCONTROLE DA COBERTURAImport103ncia104 Rufi105es 106 estimula107108o109 Controle folicularRufi110es111 VasectomiaSistema de Rufia112113o114 a campo115 116guas soltas e rufi117o no cabresto118 Individualmente7DETEC119120O DE CIOA identifica121122o do cio123 garanh124o 125ou rufi126o127 que fica do outro lado da cerca ou 128gua peiada129 ou controle folicular84AulasDETEC130131O DE CIOAlguma f132meas possuem cio silencioso 133n134o demonstram nem na presen135a do macho136Quando as 137guas est138o se alimentando139 podem rejeitar o rufi140o. Portanto141 rufiar antes ou depois do concentradoAnestro da lacta142143o 144 enquanto est145o amamentado n146o demonstram cio. Devem ser rufiadas separadamente da cria9SINAIS DE CIOOrelha em p147Cauda erguidaMic148149o frequenteaproxima-se da cercarelinchandoContra150151o da vulva e evers152o do clit153risPosi154155o receptiva 156 perna abertaEvolu157158o at159 a ovula160161o105AulasCIO DO POTROCio que pode se manifestar de 7 a 15 dias ap162s o partoPuerp163rio164 a involu165166o uterina s167 seCompleta ap168s169 aproximadamente170 25 dias171172progesterona antes do parto e 173 estr174geno175Fertilidade 176 177 6017811COBERTURASHaras que possui m179dico-veterin180rio que fa181a controle folicular182 1 garanh183o 184 suficiente para cobrir 50 ou 60 185guas.A f186mea a ser coberta187 deve ser levada ao local de cobertura188 peiada 189190cachimbo191. Enfaixar a cauda da 192gua193 e fazer a limpeza do per194neo e enxugar com papel toalha.Caso contr195rio196 ou em casos de maior n197mero de 198guas199 dever200 ser utilizado um reprodutor adicional201 ou I.A. a fresco202 fracionando as doses de s203men coletado204 IA diversas 205guas.126AulasCURRAL 206 UNIDADE DE SERVI207ORufia208209oManejo sanit210rioSuplementa211212o nutricionalManejo geral 213 Casqueamento corretivo214 Cabresteamento215 Corte de crina216 Curativos217 Doma racional13TRONCO DE REPRODU218219O CENTRAL DE REPRODU220221O222 Laborat223rio224 Tronco de contens225o226 Dep227sito de medicamentos147AulasESTA228229O DE MONTASetembro a Mar230oSetembro 231 irregularidades nas potras e 232guas vaziasCalend233rio h234pico - agostoConcentra o Per235odo de nascimento236 primavera 237gesta238239o 240 11meses241Facilitar o manejo durante a pari242243oUniformidade do lote de potros nascidosOtimiza244245o dos servi246os 247 m248o de obra.15ESTA249250O DE MONTAAntes de iniciar a Esta251252o de Monta devemos verificar253 Avalia254255oinicialAndrol256gico257 Avalia258259o uterinaEscore corporalHormonal Programa de Luz 260Melatonina261GnRH262FSHIndu263264o deCio ManejoNutricionalQualidade da PastagemComplementa265266o alimentarVacinas e Verm267fugosMateriais e UtensiliosManejoSanit268rio168AulasCOBERTURA 269 MONTA NATURALPer270odo pr271-ovula272273o e ovula274275oControle folicularTaxa de concep276277o aumenta no 3278 dia do in279cio do cio e declina ap280s a ovula281282oVida 283til do 284vulo 285 6-12 horasCobertura controlada17PROF. RODRIGO BARRETO189AulasLUZ ARTIFICIALProlongamento de horas 286aumento do fotoper287odo288Ilumina289290o artificial - 15 a 16 horas de luz291diaAntecipa e sincroniza o cio f292rtil das 293guas do mesmo galp294oPermite antecipar e concentrar as pari295296es297 facilita manejo do neonato298 boa disponibilidade de forragem quando o potro tiver 3 meses299 permite desmame no per300odo das 301guas19INSEMINA302303O ARTIFICIALVantagens da IA304reduzir custosmelhoramento gen305tico do plantel em menor tempocontrole de doen306as ven307reas e sexualmente transmiss308veiscontrole de riscos de acidentes que podem ocorrer na monta naturalaumento de n309mero de descendentes de um animal2010AulasINSEMINA310311O ARTIFICIALAs 312guas devem estar em perfeitas condi313314es de sa315de316 e o s317men de alta qualidade e armazenado em condi318319es ideais de resfriamento 320at321 3 dias322Problemas na IA323 falta de higiene324 falta de cuidado no armazenamento do s325men326 deposi327328o errada da palheta no momento de insemina329330o e falha na detec331332o do cio.21INSEMINA333334O ARTIFICIALProf. Rodrigo Barreto 2211AulasGESTA335336O337guas338 330 339 340 dias 34011 meses341Jumentas342 360 343 15 dias95344 parto normalTer345o inicial 346 requerimento de manuten347348oTer349o final 350 crescimento fetal 351 aumento de requerimentoenerg352tico e proteicoRiscos353 perda embrion354ria precoceaborto acidental ou infecciosogesta355356o gemelar 357unilateral35823SINAIS DE PARTOColostro359 1 semana 360 aumento de volume361 2 dias 362 produ363364o de leiteRelaxamento de ligamento p365lvicoRelaxamento e edema da vulvaSe afasta366 deita e levanta 3671 hora2412AulasFASES DO PARTOFase I 368 Tamp369o mucosoFase II 370 Ruptura de c371rion e amini372tica 373bolsas374Fase II 375 Expuls376o 377 30 min.Assist378ncia veterin379ria380 baia ou piquete maternidade. Elimina381382o da placenta em at383 2h25FASES DO PARTOProf. Rodrigo Barreto 2613AulasCUIDADOS COM O POTROLevantar em at384 1 horaMamar colostroUrinar 385verificar pat386ncia de 387raco388Eliminar o mec389nio em at390 6 horasCurar o umbigo com iodo 2391 3922x393dia39427CUIDADOS COM O POTROMamar todo o colostro em 24 h395 Banco de colostro396 Plasma hiperimune2814AulasMANEJO DE 397GUAS E GARANH398ESSelecionar 399guas que falharam na procria400401o402 procurando determinar as causas da sua esterilidade403 404 Car405ncia de prote406na e nutrientes energ407ticos das pastagens408 Defici409ncia mineral 410c411lcio412 f413sforo414 sal e iodo415 416 Car417ncia de vitaminas 418A419 E e C420 421 Infec422423es uterinasF424meas que durante dois anos n425o procriam426 devem ser eliminadasAs melhores crias s427o provenientes da 4428 a 7429 gera430431o432 A partir da 8433 cria434 o potro j435 perde o tamanho e qualidade436 devendo descartar as 437guas mais velhas29EQUIDEOCULTURA438 MANEJO SANIT439RIOCRIA440441O DE ANIMAIS N442O RUMINANTES3015AulasMANEJO SANIT443RIOControle de endoparasitasControle de ectoparasitasVacina444445oPreven446447o de doen448as sem vacina449450oCasqueamento e Ferrageamento31PRINCIPAIS ENDOPARASITASProf. Rodrigo Barreto Trichostrongylus axeiHabronema muscaeParascaris equorumStrongyloides westeriAnoplocephalaperfoliataOxyuris equiStrongylus vulgarisS. equinus451S. EdentatusCyathostomesDictyocaulus arnfieldiOnchocerca cervicalis3216AulasCONTROLE DE ENDOPARASITAS 452 Tratar todos os animais a cada 2 meses453 Potros acima de 30 dias454 Tratar adultos quando OPG 455 300456 Tratar e isolar animais adquiridos por 48-72 h457 Strongyloides westeri 458 tratar 459guas 30 dias antes e ap460s o parto461 Parascaris equorum 462 tratar potros a partir de 6 semanas de vida a cada 4 semanas463 at464 18 mesesde idade33CONTROLE DE ENDOPARASITAS 465 Limpeza de instala466467es com fenol a 5468469 Remo470471o di472ria de fezes dos est473bulos474 Escovar a pelagem para remover ovos de parasitas475 Trocar anualmente o princ476pio ativo antihelm477ntico478 Princ479pios480 ivermectina481 moxidectina482 praziquantel483 pomoato de pirantel484 benzimidaz485is3417AulasPRINCIPAIS ECTOPARASITASCarrapatos 486Amblyomma cajennense487 Dermacentor nitens e Boophillus micropulus488Mi489aseBerneHabronemose35PRINCIPAIS ECTOPARASITASHemat490fagosTransmitem Babesia 491equi e cabali492 e Erlichiose monoc493ticaAnemiaControle494 cipermetrinaNUNCA utilizar Amitraz4954963618AulasHABRONEMOSECiclo err497tico do Habronema muscaeFeridas com tecido de granula498499o exuberanteMembros500 regi501o periocular502 prep503cio37VACINA504505OEHV 1 e EHV 4 Rhinopneumonitee abortamento3819AulasDOEN506AS SEM VACINA507508O - MORMOMormo ou lampar509o 510 uma doen511a infeciosa e zoon512tica causada pela bact513ria Burkholderia mallei. 514 uma infec515516o transmitida por secre517518es nasais519 orais520 oculares521 fezes e urina de animais infectados522 atrav523s do contato com feridas expostas524 vias respirat525rias e digestivas.39DOEN526AS SEM VACINA527528O - MORMOQuando diagnosticado pelos meios reconhecidos internacionalmente529 mesmo que n530o apresentando sintomas531 o caso dever532 ser obrigatoriamente notificado ao 533rg534o respons535vel do estado. O animal portador do teste positivo para male536na537 deve ser eutanasiado no local em que se encontra538 e a carca539a deve ser queimada e enterrada540 segundo a normativa da OIEA doen541a em humanos 542 fatal e deve ser tratada qualquer pessoa que tenha sido exposta mesmo que n543o haja presen544a de sintomas. 545 febre546 dores musculares547 dor no peito548 rigidez muscular e cefaleia. Podem ainda ocorrer lacrimejamento excessivo549 sensibilidade 550 luz e diarreia.4020AulasDOEN551AS SEM VACINA552553O - MORMOVacinas est554o sendo desenvolvidas e testadas555 mas at556 o presente momento557 n558o est559o dispon560veis.Diagn561stico direto562 isolamento bacteriol563gico564 inocula565566o em hamsters.Diagn567stico indireto568 pesquisa de anticorpos 569sorologia570 atrav571s da fixa572573o do complemento e ELISA. Cita-se574 tamb575m a realiza576577o de teste cut578neo atrav579s da inocula580581o intradermopalpebral de male582na. A leitura 583 feita ap584s 48h585 sendopositivos os animais que apresentarem edema586 blefarospamo e conjuntivite.41PROF. RODRIGO BARRETO4221AulasDOEN587AS SEM VACINA588589O - AIEA anemia infecciosa equina 590AIE591592 doen593a da lista 594B595 do Escrit596rio Internacional de Epizootias 597OIE598599 600 uma enfermidade viral601 extremamente contagiosa e fatal que infecta todos os equ602deos de qualquer idade ou sexo. Sendo obrigat603rio a eutan604sia dos animais doentes605 uma vez que a doen606an607o tem cura.43DOEN608AS SEM VACINA609610O - AIEA doen611a se manifesta sob as formas aguda612 cr613nica ou inaparente.Os animais que apresentam a forma aguda podem apresentar sintomas severos e inespec614ficos como febre615 anemia616 hemorragias petequiais617 edemas nos membros e abdome618 fraqueza619 falta de apetite e podem morrer entre duas e tr620s semanas.A forma cr621nica se manifesta atrav622s de febre recorrente623 fraqueza624 falta de apetite625 baixo rendimento esportivo626 podendo o animal morrer em uma das crises.A forma inaparente ou latente caracteriza os 627portadores assintom628ticos629630 que se apresentam aparentemente sadios631 mas permanecem como reservat632rios do v633rus e com poder de contamina634635o e propaga636637o da doen638a.4422AulasDOEN639AS SEM VACINA640641O - AIEA transmiss642o se d643 atrav644s de picadas de insetos hemat645fagos646 principalmente as mutucas 647Stomoxys sp.648649 al650m de agulhas651 seringas652 esporas653 freios654 arreios ou outros utens655lios contaminados com sangue infectado.Outras formas de transmiss656o s657o atrav658s do s659men e do leite.45DOEN660AS SEM VACINA661662O - AIEAlgumas medidas podem ser adotadas no controle da AIE663 dentre elas podemos citar664 665 uso de seringas e agulhas descart666veis 667uma para cada animal668669 670 limpeza de todos os utens671lios utilizados nos animais672 673 isolamento dos animais positivos at674 a realiza675676o do sacrif677cio678 679 sacrif680cio dos animais positivos 681 prova de diagn682stico683 pois n684o existe at685 o momento tratamento ou vacina para esta doen686a687 688 submeter ao exame de diagn689stico para AIE todo equ690deo que necessite transitar691 692 realiza693694o de exame de diagn695stico para AIE para os animais adquiridos em leil696es697 feiras ou de outras propriedades.6984623AulasDOEN699AS SEM VACINA700701O - AIEO m702dico veterin703rio requisitante dever704 estar inscrito no Conselho Regional de MedicinaVeterin705ria da respectiva UF.Art. 7706 Ao m707dico veterin708rio compete709I - proceder 710 colheita do material para exame711 eII - requisitar a laborat712rio credenciado pelo DDA o exame para diagn713stico714 em modelo oficial47DOEN715AS SEM VACINA716717O - AIEEm caso de levantamento sorol718gico para controle de propriedade719 poder720 ser utilizado o formul721rio Requisi722723o e resultado para exame de Anemia Infecciosa Equina para fins de levantamento sorol724gico725 o qual n726o possui validade para tr727nsito4824AulasDOEN728AS SEM VACINA729730O - AIEArt. 17. Detectado foco de A.I.E.731 dever732o ser adotadas as seguintes medidas733I - interdi734735o da propriedade ap736s identifica737738o do equ739deo portador740 lavrando termo de interdi741742o743notificando o propriet744rio da proibi745746o de tr747nsito dos equ748deos da propriedade e da movimenta749750ode objetos pass751veis de veicula752753o do v754rus da A.I.E.755II - dever756 ser realizada investiga757758o epidemiol759gica de todos os animais que reagiram ao teste dediagn760stico de A.I.E.761 incluindo hist762rico do tr763nsito764III - marca765766o permanente dos equ767deos portadores da A.I.E.768 por meio da aplica769770o de ferrocandente na paleta do lado esquerdo com um A771 contido em um c772rculo de 8 773oito774 cent775metros dedi776metro777 seguido da sigla da UF778 conforme modelo 779ANEXO V780781IV - sacrif782cio ou isolamento dos equ783deos portadores784V - realiza785786o de exame laboratorial787 para o diagn788stico da A.I.E.789 de todos os equ790deos existentesna propriedade79149DOEN792AS SEM VACINA793794O - AIE5025AulasDOEN795AS SEM VACINA796797O - AIESer798 lavrado termo de sacrif799cio sanit800rio801 assinadopelo m802dico veterin803rio oficial804 pelo propriet805rio do animal ou seu representante legal e806 no m807nimo808 por umatestemunha.51DOEN809AS SEM VACINA810811O - AIE812 propriedade declarada controlada para A.I.E. peloSSA da respectiva UF ser813 conferido certificado814 por solicita815816o do interessado817 renovado a cada 12 818doze819 meses820 ap821s exame de todo o efetivoequ822deo existente5226AulasDOEN823AS SEM VACINA824825O - AIEA propriedade controlada dever826 encaminhar ao SSA da respectiva UF827 at828 o quinto dia 829til do m830s subsequente831 relat832rio mensal de suas atividades535427AulasEQUIDEOCULTURA833 CRIA834835OCRIA836837O DE ANIMAIS N838O RUMINANTES1EQUUS FERUSEquino 839Equus caballus840 da fam841lia dos equ842deos843 844 origin845rio da 846sia e da Europa. O primitivo cavalo selvagem das estepes847 ou cavalo de Przewalski 848Eqqus ferus849850 ainda existe nas regi851es remotas entre China e R852ssia.21AulasMERCADOEm constante crescimento853 mercado de equinos movimenta R854 168555 bi ao ano no Brasil 856201985738582 milh859es de empregos diretos ou indiretos 860mais que a ind861stria automobil862stica863Ind864stria do cavalo865 medicamentos866 selaria867 ra868869o870 suplementos871 transporte872 leil873o874 produ875876o de volumoso877 etc...Fonte de alimento878Carne e leite879alimento e cosm880ticos hipoalerg881nicos882Trabalho com a terraEsporteTurismoEquoterapia3DESAFIOS A SEREM SUPERADOSAntes da porteira883 884 Melhorar a qualifica885886o dos trabalhadores887ferreiros888 ginetes889 tratadores890 891 Melhorar o padr892o das selasDentro da porteira893 894 Falta de controle sanit895rio nos animais de lida896 Pouca aceita897898o da equoterapia como tratamentopelos planos de sa899de900 Baixa visibilidade dos esportes equestres 901 Car902ncia de roteiros para o turismo equestre903 Escassez de m904o de obra qualificada905 Poucos recursos 906 para uso militar42AulasDESAFIOS A SEREM SUPERADOSFora da porteira907Burocracia na importa908909o e exporta910911oFalta de infraestrutura aeroportu912ria para transporte de animaisFalta de acordos de reciprocidade sanit913ria com pa914ses importadoresN915o existe linhas de financiamento para o setor916 inclusive para erradica917918o de doen919as5REBANHO89204 milh921es de equ922deos 59239 milh924es de equinos19253 milh926es de muares 927mula928 burro929 bardoto930a931932 93350934 NE93519362 milh937es de asininos 938jumentos939 94091941 NE942O Brasil tem hoje o 3943 maior rebanho de equinos do mundo944 perdendo apenas para China 94579469 milh947es de animais948 e M949xico 95069513 milh952es de cabe953as954. 63AulasCARNEDois frigor955ficos nacionais abatem cavalos 956 S957o Gabriel 958 RS959 Araguari - MGExporta960961o para R962ssia963 Fran964a965 B966lgica967 It968lia969 Jap970o e Coreia971 Mesmo com um consumo muito pequeno972 o Brasil 973 um dos maiores exportadores de carne de cavalo do mundo. 974 15 mil toneladas975ano - US976 35 milh977es7CARNEA carne de cavalo 978 muito apreciada na Europa e na 979sia. No Brasil e em pa980ses tradicionalmente cat981licos982 a carne j983 foi fortemente associada ao pecado. 984 985 que986 por volta do ano 700987 ela era muito consumida em festas pag988s.989 Por causa disso990 a igreja cat991lica proibiu seu consumo.992 Mesmo depois de liberada aos fi993is994 a carne do cavalo continuou longedas mesas cat995licas por muito tempo84AulasCARNEOs pa996ses que mais consomem a carne de cavalo brasileira s997o Fran998a999 B1000lgica e It1001liaEla 1002 usada principalmente na produ10031004o de embutidos1005 como salames1006 mortadelas e salsichasQuem j1007 comeu salame ou mortadela italiana leg1008timos provavelmente j1009 experimentou carne de cavalo9CARNENa Europa comp1010e pratos finos e crus1011 como steak tartare e carpaccio. Nos embutidos1012 como salame e mortadela1013 tamb1014m se pode utilizar carne de cavalo.Jap1015o 1016 utilizada para preparos de sashimiEm compara10171018o com a carne bovina1019 a carne de cavalo tem mais 1020gua1021 mais ferro - o que a deixa mais vermelha -e tem sabor mais forte e levemente adocicado.105AulasCARNEQuase todas as partes do cavalo s1022o aproveitadas. O sangue e os ossos s1023o usados para a produ10241025o de farinha de ra10261027o1028 enquanto a crina serve para fabricar pinc1029is.11Os equ1030deos s1031o mam1032feros ungulados pertencentes 1033 fam1034lia Equidae e g1035nero Equus.Prof. Rodrigo Barreto Equus zebra Equus ferus caballus Equus africanus asinus126AulasCLASSIFICA10361037O DOS EQU1038DEOSPor serem da mesma fam1039lia1040 cruzamentos podem existir e gerar animais h1041bridosFilhote de zebra com Jumento no Zoo do M1042xico Hibrido Zebra com Cavalo - Endimburgo13CLASSIFICA10431044O DOS EQU1045DEOSAsininos1046 Esp1047cie distinta do cavalo1048 o jumento ou asno 1049Equus asinus1050 apresenta v1051rias ra1052as1053 sendo chamado jegue noNordeste1054 Base da cria10551056o nacional1057 a mais famosa ra1058a de jumento chama-se Pega. Ela resultou de cruzamentos entreestirpes italianas1059 eg1060pcias e espanholas147AulasCLASSIFICA10611062O DOS EQU1063DEOSMuares1064Famoso no trabalho de carga1065 o burro 1066ou sua f1067mea1068 a mula1069 resulta do cruzamento do jumento 1070Equus asinus1071 com a 1072gua1073Equus caballus10741075O cavalo possui 64 cromossomos1076 enquanto o jumento possui 621077 o cruzamento de ambos resultaem animais com 63 cromossomos. Por isso1078 s1079o est1080reis.15CLASSIFICA10811082O DOS EQU1083DEOSMuares1084 Cruzamento do cavalo 1085Equus caballus1086 com a jumenta 1087Equus asinus1088 resulta em um bardoto1089a1090 1091 Em rela10921093o aos Burros e Mulas1094 os bardotos s1095o mais calmos1096 possuem orelha mais curta1097 cabe1098amais curta1099 ossatura mais grossa1100 narinas mais longas e fechadas e regi1101o acima do olho 1102arcadasupra orbit1103ria1104 mais saliente168AulasJumento 1105asinino1106 1107gua 1108equino1109 XMula1110 Burro1111muar111217Garanh1113o 1114equino1115 Jumenta 1116asinino1117XBardoto1118muar1119189AulasEsporteEnduro11201121rabe1122 Anglo-1123rabe1124 Crioulo1125 1126Anglocrioulo1127 1128Uruguai1129Turfe1130 Puro Sangue Ingl1131s1132 Quarto de Milha e1133rabeSalto1134BH1135 PSI1136 Anglo-1137rabe1138 Sela Franc1139s1140Holsteiner1141 HanoverianoCCE1142PSI1143 BH1144 Sela Franc1145s1146 Holsteiner1147HanoverianoTambor e R1148dea1149QM1150 Paint Horse1151 ApaloosaVaquejada1152QMPolo1153PSIAdestramento1154Holsteiner1155 Hanoveriano1156 Friesian1157LusitanoEquita11581159o de trabalho1160LusitanoSulky1161American Trotter1162 Saddlebread19TrabalhoPasseioLida com o Gado1163Crioula1164 Pantaneira1165 Marajoara1166QMTra11671168o1169Percheron1170 Bret1171o1172 ShireMarcha1173 Mangalarga Machador1174 CampolinaTurismo1175Mangalarga MarchadorPolicia Militar1176BHEQUIDEOCULTURA1177 SISTEMAS DE CRIA11781179OCRIA11801181O DE ANIMAIS N1182O RUMINANTES2010AulasSISTEMAS DE CRIA11831184OExtensivo1185 quando os animais s1186o criados soltos1187 livres1188 Neste sistema1189 os equinos t1190m total liberdade e est1191o enquadrados em um campo de grandes pastagens. 1192 Geralmente1193 eles se alimentam de gram1194neas e leguminosas. Mas1195 em sua alimenta11961197o n1198o deve faltar 1199 devida suplementa12001201o e esses campos precisam ser apropriadamente cercados e possu1202rem topografia variada. 1203 O sistema extensivo de cria12041205o de cavalos 1206 recomendado para o rebanho que exige bom condicionamento f1207sico. 1208 Vacina12091210o1211 vermifuga12121213o e Acompanhamento reprodutivo1214 Menor custo e baixa lota12151216o1217 por1218m tem menor produtividade1219 menor controle sanit1220rio e exige grandes 1221reas.21SISTEMAS DE CRIA12221223O2211AulasSISTEMAS DE CRIA12241225OIntensivo1226 quando os animais s1227o criados com algumas finalidades1228 como a esportiva1229 Geralmente utilizada em propriedades menores1230 neste sistema de cria12311232o1233 o animal permanece em baias. 1234 muito utilizado para confinar animais de exposi12351236es e de leil1237o. Sua principal desvantagem 1238 o custo maior com a alimenta12391240o1241 pois1242 ela precisa ser disponibilizada adequadamente em determinados hor1243rios. 1244 Vantagens1245 Controle da produtividade e melhor controle sanit1246rio1247 Desvantagens1248 Alta concentra12491250o de animais1251 maior preval1252ncia de c1253licas1254 maior m1255o de obra1256 grande volume de res1257duos23SISTEMAS DE CRIA12581259O2412AulasSISTEMAS DE CRIA12601261OSistema semi-intensivo de cria12621263o1264 Uma mistura entre o sistema intensivo e extensivo. Nesse sistema1265 o animal passa uma parte do dia no pasto e outra 1266 recolhido 1267pode apenas dormir ou alimentar-se confinado1268 1269 Ele 1270 bem interessante1271 j1272 que o animal se exercita1273 evitando os riscos de obesidade1274 n1275o fica t1276o exposto aos fatores do tempo como a chuva e sol forte e conta com apenas um tipo de alimenta12771278o.25SISTEMAS DE CRIA12791280O2613AulasTIPOS DE CRIA12811282OHARAS H1283PICA CENTRO DE TREINAMENTO HIP1284DROMO27HARASHaras 1285portugu1286s brasileiro1287 ou coudelaria 1288portugu1289s europeu1290Estabelecimento que tem como objetivo selecionar e reproduzir ra1291as de cavalosS1292tio ou fazendaInstala12931294es1295 pastos e1296ou piquetes1297 baias1298 unidades de servi1299o 13001301lanchonetes130213031304 dep1305sito para serragem1306 dep1307sito para ra13081309o e feno1310 farm1311cia1312 tronco1313 sala de arreio1314 escrit1315rio2814AulasHARAS29HARAS3015AulasHARASMaravalha1316 raspas de madeira. Absorvem bem a urina. F1317cil manejoP1318 de serragem1319 res1320duo da moagem da madeira. Boa alternativa 1321 maravalha. Deve ser umedecidoFeno1322 feno de gram1323neas que n1324o est1325 bom para consumo 1326baia maternidade1327Palha de arroz1328 cavalos podem ingerir e provocar c1329licaAreia1330 s1331 deve ser utilizada se houver excelente drenagem1332 pois1333 caso contr1334rio1335 ficar1336 muito 1337midaBorracha1338 n1339o absorve urina1340 devendo ser lavada todos os dias31HARASProf. Rodrigo Barreto 3216AulasH1341PICAEspa1342o onde se oferecem servi1343os voltados para a pr1344tica desportiva e1345ou lazer relacionados com cavalosEsportes equestres1346 hipismo1347 adestramento e volteioPode haver um clube associado com outros esportes associados 1348piscina1349 quadras135033H1351PICA3417AulasH1352PICA35CENTRO DE TREINAMENTOLocal que visa a forma13531354o de cavalos e cavaleiros para uma determinada pr1355tica esportiva 1356tambor1357 enduro1358 polo1359 CCE1360Pode oferecer outros servi1361os1362 como eventos1363 estabulagem para animais aposentados e pr1364ticas terap1365uticasPropriedades rurais1366 mas com infraestrutura tanto para o desenvolvimento do esporte1367 quanto para os propriet1368riosPensionato3618AulasCENTRO DE TREINAMENTO37CENTRO DE TREINAMENTOProf. Rodrigo Barreto 3819AulasHIP1369DROMOLocal destinado 1370 pr1371tica do Turfe 1372corrida de cavalos1373Corrida montado1374 Puro Sangue Ingl1375s 1376PSI13771378 Quarto de Milha 1379QM1380 e Puro Sangue 1381rabeCorrida de sulky1382 American Trotter Possuem raias1383 cocheiras1384 veterin1385ria e1386ou hospital veterin1387rio39CENTRO DE TREINAMENTOProf. Rodrigo Barreto Pode ter um clube associado 1388Jockey Club1389Quase todas as grandes cidades possuemhip1390dromos1391 onde as corridas de cavalosmovimentam imensas quantias em apostas4020AulasCENTRO DE TREINAMENTO41PROF. RODRIGO BARRETO4221AulasCENTRO DE TREINAMENTOProf. Rodrigo Barreto 43222413920313932025SUINOCULTURA1394 SISTEMAS DE CRIA13951396O1397 INSTALA13981399ES E MANEJOCria14001401o de Animais N1402o RuminantesN1403o nativos do continente Americano1493 - S1404o Domingos - Crist1405v1406o Colombo1532 - litoral paulista - Martim Afonso de SouzaAntigamente os capit1407es levavam su1408nos nas embarca14091410es porque eles acreditavam que se houvesse naufr1411gio1412 os su1413nos sempre retornavam 1414 costa mais pr1415xima12414160314172025MEDICINA HUMANAProximidade fisiologica com o humanoModelo em pesquisasOs su1418nos fornecem mais de 40 drogas e f1419rmacos utilizados em medicina humanaA pele su1420na 1421 usada para tratar queimaduras em humanosSubesp1422cies1423Sus scrofa scrofa 1424 javali europeu1425Sus scrofa vittatus 1426 javali asi1427tico1428Sus scrofa meridionalis 1429 javali ib1430rico1431Sus scrofa domesticus - Su1432no dom1433stico.Hibrida14341435o entre as ra1436as primitivas selvagens1437Forma14381439o das ra1440as atualmente conhecidas1441Sus scrofa domesticus 1442 Su1443no domestico224144403144520253241446031447202542414480314492025524145003145120251452 Qualidades da carne su1453na1454 Nutritiva e saborosa1455 Fonte de vitaminas do complexo B1456 Rica em minerais 1457 Se1458 K1459 Ca1460 P1461 Zn e Fe1462 Fonte de amino1463cidos essenciaisCATEGORIAS ANIMAISMacho reprodutor1464 cacha1465o1466 varr1467o1468 varrascoF1469mea reprodutora1470 porca1471 matriz1472 criadeiraLeit1473o1474leitoa1475 b1476coro1477 filhotes jovens 14780 a 2 meses1479Marrote1480marr14811482 filhotes 2 a 8 mesesCapadotes1483 machos castrados jovensCevados1484 machos1485f1486meas na termina14871488o62414890314902025TERMORREGULA14911492Ohomeot1493rmicosbaixa capacidade de dissipa14941495o de calor nos adultos1496 ofega14971498obaixa capacidade de manuten14991500o nos leit1501es 1502 leit1503es precisam de fonte de aquecimentogl1504ndulas sudor1505paras pouco desenvolvidas e ineficientes1506 pouca sudoresecapa adiposa dificulta a troca de calor em adultosPRINCIPAIS RA1507AS72415080315092025PADR1510ESAptid1511o 1512 Materna15131514 caracter1515sticas relacionadas 1516 produ15171518o de leit1519es1520 produ15211522o de leite1523 docilidade1524 tamanho da leitegada1525 n1526mero de pares de tetos1527 Paterna15281529 caracter1530sticas relacionas a conforma15311532o de carca1533a1534 boa convers1535o alimentar1536 alto ganho de peso1537 baixa espessura de toucinho1538 alta 1539 de carne magraPADR1540ESPerfil cef1541lico 1542focinho15431544 1545 Retil1546neo1547 Concavil1548neo 1549subc1550ncavo1551 1552 Ultra concavil1553neo 1554c1555ncavo155682415570315582025PADR1559ESOrelhas1560 1561 Asi1562tica 1563 em p15641565 Ib1566rica 1567 horizontal 1568 C1569ltica 1570 ca1571da e compridaDUROC1572 Aptid1573o1574 paterna1575 Origem1576 EUA1577 Orelha1578 ib1579rica1580 Perfil cef1581lico1582 Concavil1583neo 1584subc1585ncavo1586 1587 Pelagem1588 predominantemente vermelha cereja1589 Conforma15901591o1592 grande estatura e volume1593 cabe1594a pequena1595 tronco largo1596 profundo e roli1597o1598 membros altos e fortes. 1599 R1600stica1601 precoce1602 prol1603fera1604 alta convers1605o1606 alta velocidade de ganho de peso 92416070316082025HAMPSHIRE1609 Aptid1610o1611 paterna1612 Origem1613 EUA1614 Orelha1615 asi1616tica1617 Perfil cef1618lico1619 Concavil1620neo 1621subc1622ncavo16231624 Pelagem1625 preta cintada de branco1626 Rusticidade1627 for1628a e facilidade de manejo1629 vigorosos1630 d1631ceis1632 boas m1633es1634 curtosPIETRAIN1635 Aptid1636o1637 paterna1638 Origem1639 B1640lgica1641 Orelha1642 asi1643tica1644 Perfil cef1645lico1646 Ultra concavil1647neo 1648c1649ncavo1650 1651 Pelagem1652 Possui pintas pretas pelo corpo1653 1654 grandes compridos1655 compactos1656 musculosos com o traseiro mais desenvolvido que o dianteiro. Apresenta a menor deposi16571658o de gordura e o maior rendimento de carne na carca1659a entre todas as ra1660as.102416610316622025LANDRACE1663 Aptid1664o1665 materna1666 Origem1667 Dinamarca1668 Orelha1669 c1670ltica1671 Perfil cef1672lico1673 retil1674neo1675 Pelagem1676 branca1677 Prol1678fera e precoce1679 carne magraWESSEX1680 Aptid1681o1682 materna1683 Origem1684 Inglaterra1685 Orelha1686 c1687ltica1688 Perfil cef1689lico1690 retil1691neo1692 Pelagem1693 preta cintada de branco1694 Alto e esguio1695 r1696stico1697 carca1698a de baixa qualidade1699 moderado ganho de peso112417000317012025LARGE WHITE 1702OU YORKSHIRE17031704 Aptid1705o1706 materna1707 Origem1708 Inglaterra1709 Orelha1710 asi1711tica1712 Perfil cef1713lico1714 Ultra concavil1715neo 1716c1717ncavo1718 1719 Pelagem1720 Origem1721 branca Inglesa 1722 Prol1723feras1724 grande porte 1725at1726 500 quilos17271728 volumosos 1729 cabe1730a mediana1731 focinho largo1732 tronco comprido1733 alto e bem arrendondado1734 pernas curtas1735 mas bem musculosasRA1736AS NACIONAIS 1737CAIPIRAS1738Piau Moura122417390317402025RA1741AS NACIONAIS 1742CAIPIRAS1743Nilo-canastra PirapitingaRA1744AS NACIONAIS 1745CAIPIRAS1746Caruncho132417470317482025TIPOS DE PRODU17491750OTIPO DE PRODU17511752O1753 Finalidade1754 1755 uniformidade ao longo do ano do volume de produto a ser comercializado. 1756 otimizar a utiliza17571758o de1759 1760 m1761o-de-obra1762 galp1763es1764 Equipamentos1765 dependendo do tamanho da granja1766 o escalonamento pode ser1767 mensal1768 quinzenal ou semanal142417690317702025TIPOS DE PRODU17711772O1. Ciclo completo17731774 todas as fases de produ17751776o 17771778 comum17792. Produ17801781o de leit1782es17831784 fase de reprodu17851786o com venda dos leit1787es1788 cria17891790o especializada1791 leit1792es desmamados1793 6 179410 kg 179521 179642 dias1797 1798 leit1799es para termina18001801o1802 18 180325 kg 180450 180570 dias18063. Produ18071808o de terminados18091810 cria18111812o especializada1813 pode adquirir1814 1815 leit1816o desmamado 1817galp1818o de creche 1819 galp1820o de termina18211822o1823 ou1824 leit1825o com 20 182630 Kg 1827s1828 galp1829o de termina18301831o1832TIPOS DE PRODU18331834O4. Produ18351836o de reprodutores1837 1838 Produto principal 1839 matrizes e cacha1840os melhorados1841 Animais registrados 1842 teste de desempenho1843 teste de prog1844nie1845 teste de granja.1846 Rebanho-n1847cleoRa1848as puras ou linhagens sint1849ticas 1850 Rebanho multiplicador 1851 Rebanho comercialCruzamento1852 H1853bridos ou F1152418540318552025CICLO COMPLETO1856 O criador faz todas as etapas de cria18571858o1859 Mercado aberto para comercializa18601861o1862 Os ganhos e as perdas podem ser altosGESTA18631864O MATERNIDADE CRECHE RECRIACRESCIMENTOTERMINA18651866OENGORDACICLO COMPLETOGesta18671868o1869 3 meses1870 3 semanas e 3 dias162418710318722025CICLO COMPLETOMaternidade1873 at1874 21 dias de aleitamentoCICLO COMPLETOCreche1875 21 a 63 dias de idade 1876518775 at1878 25 kg1879172418800318812025CICLO COMPLETOCrescimento1882 Sa1883da da creche 188425 kg at1885 55 kg-112 dias1886CICLO COMPLETOTermina18871888o1889 120-145 kg 1890 140 a 195 dias182418910318922025SISTEMAS DE CRIA18931894OEXTENSIVOcria18951896o 1897 solta junto ou n1898o com outros cultivos1899 baixa produtividade1900 subsist1901ncia ou atividade secund1902riasem controle t1903cnico e reprodutivo1904 todas as categorias juntas - sem separa19051906o de lotesn1907o tem orienta19081909o t1910cnicaalimenta19111912o fornecida sem controle nutricional ou de quantidade192419130319142025EXTENSIVOProf. Rodrigo Barreto INTENSIVOCria19151916o em 1917rea restrita1918 interesse em produtividade e economicidadeSistema Intensivo de Su1919nos Criados Ao Ar Livre 1920Siscal1921SemiconfinadoSistema Intensivo de Su1922nos Criados em Confinamento 1923Siscon1924202419250319262025INTENSIVO - SISCALCiclo completo ou produ19271928o de leit1929es de 25 kgInstala19301931es1932 Fases de cria19331934o s1935o alojadas em piquetes1936 1937 Fases de recria e termina19381939o s1940o realizadas em confinamentoINTENSIVO - SISCALVantagem1941 1942 baixo custo de implanta19431944o e manuten19451946o1947 1948 1949quantidade de constru19501951es19521953 redu19541955o do uso de medicamentos19561957 bom desempenho zoot1958cnico212419590319602025INTENSIVO - SISCALDesvantagens1961 1962 n1963o serve para qualquer terreno 1964declividade 1965151966196719681969 grande 1970rea territorial19711972 eros1973o do solo19741975 tem que ser local com gram1976neas resistentes ao pisoteioINTENSIVO - SISCAL1977rea destinadas aos piquetes1978 Boa drenagem1979 Capacidade de absor19801981o de 1982gua e mat1983ria org1984nica1985 Solo coberto por forragem1986 1987rea para cobri19881989o e gesta19901991o1992 1993 800 m21994matriz1995 m1996ximo 6 matrizes222419970319982025INTENSIVO - SISCAL1999rea destinadas 2000 creche2001 70 m22002 leit2003o20042005 Divididos em 2 ou 2006 piquetes2007 Tempo de ocupa20082009o2010 2011 At2012 quando tiver cobertura2013 Rotacionarvegetal do soloINTENSIVO - SISCALCercas2014 2015 animais adultos2016 3 fios eletrificados 2017 152018 30 e 60 cm2019 piquetes de gesta20202021o2022 2 fios eletrificados2023 35 a 60 cm do solo2024 creche2025 utilizar tela de arame2026 cerca eletrificada a 10 cm do solo232420270320282025INTENSIVO - SISCALBebedouros e comedouros2029 2030 Devem ficar em 2031reas sombreadas2032 Bebedouros com b2033ias e a 35 cm do ch2034o para evitar aquecimento da 2035gua2036 Devem ser limpos diariamente2037 Comedouros devem ser feitos com material leve e ser m2038vel2039 para facilitar o deslocamentoe evitar pisoteioINTENSIVO - SISCALCabanas e sombreador2040 2041 Devem ser resistentes e leves2042 m2043veis2044 podendo ser do tipo galp2045o2046 chal2047 ou iglu2048 2049rea de sombreamento no piquete maternidade deve ter 9 m20502051animal e 4.5 m20522053animal na gesta20542055o242420560320572025252420580320592025INTENSIVO - SISCALManejo dos leit2060es2061 2062 Uniformiza20632064o das leitegadas2065 identifica20662067o dos leit2068es2069 corte da cauda2070 corte dos dentes2071 realizados no dia do parto2072 No SISCAL n2073o 2074 rotina a preven20752076o da anemia ferroprivaManejo das F2077meas2078 2079 Gesta20802081o e MaternidadeManejo do desmame2082 2083 Esperar atingir o peso e transferir para a crecheManejo de Cobertura2084 2085 Realizada no piquete do machoINTENSIVO - SEMI-CONFINADOTradicional 2086 Confinamento2087 porcas em lacta20882089o e leit2090es at2091 abate2092 solta controlado2093 Confinamento2094 porcas e leit2095es at2096 13 dias ap2097s o parto2098 voltando para os piquetes at2099 termina21002101o dos leit2102es. 2103 2104rea2105 200 m2106 para cada matriz instalada2107 1.000-2.000 m2108 210910 matrizes2110262421110321122025INTENSIVO - SEMI-CONFINADOConfinado2113 2114 Todas as categoria sobre piso ou cobertura2115 Dependendo do tamanho da granja2116 as fases ficam em diferentes galp2117es. G1 G2 G3 G4INTENSIVO - SISCON2118 2119rea para cria21202121o e 2122 para plantioAlto investimento2123 2124 instala21252126o2127 equipamento e manuten21282129o 2130US21312.000213200 2133 matriz alojada2134Permite mecaniza21352136o da limpeza e arra2137oamentoEconomia de m2138o-de-obraVaria21392140o na produtividade2141 granja com alta ou baixa tecnologia272421420321432025INTENSIVO - SISCON Instala21442145es2146 Todas as fases da cria21472148o em galp2149es2150 Necessidade de 2151rea m2152nima de 215315 a 20 m21542155matriz alojada2156 Alto custo de investimentoINTENSIVO - SISCON282421570321582025INTENSIVO - SISCONSetoriza21592160o da produ21612162oRECRIA eTERMINA21632164OGESTA21652166OMATERNIDADECRECHEINTENSIVO - SISCONManejo de dejetos2167 2168 de extrema import2169ncia na produ21702171o2172 armazenamento e destino dos mesmos2173 Solu21742175es2176 Tamanho das cria21772178o e da regi2179o2180 Alternativas2181 2182- esterqueiras 2183fertilizante21842185 2186- esta21872188es de tratamento2189 2190- biodigestores 2191fonte de energia2192292421930321942025INTENSIVO - SISCON 2195 Digest2196o anaer2197bica da mat2198ria org2199nica2200 g2201s - energia em substitui22022203o a lenha2204 gasolina2205 etc2206 biofertilizante - aduba22072208o2209 cr2210ditos de carbonoG4302422110322122025MANEJO MATERNIDADE312422130322142025PR2215-PARTOLimpeza e desinfec22162217o da maternidadeVerificar as condi22182219es do escamoteadorAO NASCIMENTO2220 Secar o leit2221o2222 principalmente boca e narina2223 Evitar perda de temperatura2224 Reanimar se necess2225rio322422260322272025AO NASCIMENTO1. Utilizar um cord2228o embebido em solu22292230o desinfetante e amarrar o umbigo de 3 a 5 cm de sua inser22312232o no abd2233men22342. Utilizar uma tesoura limpa e desinfetada e cortar logo abaixo da amarra22352236o22373. Utilizar solu22382239o desinfetante acondicionada em um frasco com boca larga o suficiente para a passagem do umbigo22404. Imergir o umbigo at2241 sua base e mant2242-lo em contato com a solu22432244o por 5 segundos. A solu22452246o a ser utilizada pode ser tintura de iodo 22475 a 722482249 ou iodo glicerinado.AO NASCIMENTO332422500322512025AO NASCIMENTOFornecimento do colostro 2252 50 2253 IgGAP2254S O PARTO2255 Recolher placentas2256 mumificados2257 natimortos2258 Nas primeiras horas o leit2259o deve mamar a 2260 quantidade de colostro poss2261vel342422620322632025AP2264S O PARTO2265 Manejo do escamoteador 2266 Ensinar o leit2267o 2268 Import2269ncia do escamoteador e aleitamento 2270 Gordura corporal insuficiente 2271 Glicog2272nio hep2273tico 227415-20h22752276 Esmagamentos 352422770322782025AP2279S O PARTOObservar os leit2280es no escamoteadorTemperatura ideal Temperatura alta Temperatura baixa Corrente de ar sujeiraumidadeAP2281S O PARTOObservar os leit2282es no escamoteadorEm conforto Com frio 362422830322842025AP2285S O PARTOPesagem inicialIdentifica22862287o da ninhadaCorte dos dentes ap2288s o nascimentoAdministra22892290o de ferro com 2-3 diasAdministra22912292o de glicoseAdministra22932294o de anti-helm2295nticoFornecimento de ra22962297o a partir de 7 a 10 diasFornecimento de 2298gua AP2299S O PARTOCorte ou desgaste dos dentes Import2300ncia 2301 Diminuir les2302es nos leit2303es e tetosConsequ2304ncias 2305 Ferimentos2306 Relut2307ncia da matriz em aleitar2308 Mastite372423090323102025AP2311S O PARTOConsequ2312ncias de n2313o cortar ou desgastar os dentesAP2314S O PARTONo primeiro dia ainda2315 2316 Corte de cauda382423170323182025AP2319S O PARTODia 2-3 2320 Preven23212322o de anemia ferropriva 2323 Reserva hep2324tica insuficientes 2325 Ingest2326o de Fe via leite tamb2327m 2328 insuficiente 2329 leite supre 10-202330 das necessidades de Fe dos leit2331es 2332 Aplica23332334o de 150-200 mg de Fe dextranoAP2335S O PARTODia 2-3 2336 Marca23372338o 2339identifica23402341o2342 2343 Tatuagem2344 Brinco2345 Mossa392423460323472025AP2348S O PARTODia 2-3 2349 Marca23502351o 2352identifica23532354o2355 2356 Tatuagem2357 Brinco2358 MossaAP2359S O PARTODia 2-3 2360 Marca23612362o 2363identifica23642365o2366 2367 Tatuagem2368 Brinco2369 Mossa402423700323712025AP2372S O PARTOAP2373S O PARTOA castra23742375o dos machos tem o objetivo de eliminar o odor e o sabor desagrad2376veis da carne dos animais inteiros. 2377 um procedimento cir2378rgico que deve ser realizado ainda na primeira semana de vida 412423790323802025MORTALIDADE PERINATAL 12381 ao 32382 dia Tipo de confinamento na gesta23832384o Idade da porca Baixo peso e vigor ao nascer Aus2385ncia de gordura subcut2386nea Mecanismo termo regulat2387rio n2388o desenvolvido Tipo de gaiola de pari23892390o 2391 esmagamento e les2392es traum2393ticas Baixa reserva de glicose MATER NIDAD EMORTALIDADE PERINATAL N2394o ingest2395o do colostro ou leite 2396 agalaxia ou competi23972398o entre leit2399es Grau de atendimento do parto Infec24002401o viral pr2402-natal2403 defici2404ncia de vitamina A e partos adiantados ou atrasadosNutri24052406o inadequada 2407defici2408ncia de Mg ou vitamina B122409MicotoxinasDiarreia infecciosa 422424100324112025MORTALIDADE PERINATAL MANEJO CRECHE432424120324132025PROCESSO DE DESMAMATransferir as porcas para a gesta24142415oPesagem da leitegadaManter os leit2416es na gaiola de maternidade at2417 a normaliza24182419o do consumo de ra24202421oTransferir os leit2422es para a creche 2423rearranjo dos grupos - uniformes2424ADAPTA24252426O INICIAL21 ou 28 dias 2427 Mudan2428a dos animais para a creche 2429 5 primeiros dias de creche s2430o cr2431ticos2432 2433 separa24342435o da m2436e e irm2437os2438 novos lotes de acordo com peso2439 O desempenho na creche influencia o desempenho na recria etermina24402441o2442 Manejo pr2443-abate influencia diretamente a qualidade da carne442424440324452025ADAPTA24462447O INICIALO leit2448o 2449 retirado da m2450e e de seus irm2451os formando nova divis2452o social e hierarquia estabelecida com grupo de leit2453es estranhos2454 resultando em brigas e les2455esEstresse da transfer2456ncia para a crecheO local de alojamento 2457 completamente diferente da maternidade. Com variados tipos de piso2458 de cocho2459 de bebedouro2460 tamanho do grupo e temperatura ambienteA dieta e sua forma de fornecimento mudam completamente2461 j2462 que o leite materno cont2463m cerca de 802464 de 2465guaNa creche2466 o leit2467o ter2468 de buscar uma alimenta24692470o2471 estando na apresenta24722473o seca e atender a maior parte de seu requerimento h2474drico nos bebedourosA composi24752476o da dieta 2477 alterada basicamente para fontes vegetais 2478milho e soja24792480 sendo que antes do desmame tinha como base o leite.CONTROLE DE TEMPERATURAControle da temperaturaEqualiza24812482o dos lotesMonitoramento dos animais nos primeiros diasEm caso de surto de diarreia suspender a ra24832484o452424850324862025RECRIA E TERMINA24872488ORECRIA E TERMINA24892490OInstala24912492es relativamente simplesMenor n2493mero de equipamentosMaior resist2494ncia aos microrganismos patog2495nicosMelhor digestibilidade dos alimentosNecessitam m
A espécie equina possui os índices mais baixos de fertilidade quando comparada com as demais espécies ______.
Apuntes
EQUIDEOCULTURA: MANEJO REPRODUTIVOCRIAÇÃO DE ANIMAIS NÃO RUMINANTES1IMPORTÂNCIA DA REPRODUÇÃOEvento mais importante que ocorre na natureza80% do manejo de um HarasFuncionários - índice de fertilidadeApoio fundamental para trabalho VeterinárioDefine o resultado econômico da criaçãoEspécie equina possui os índices mais baixos de fertilidade quandocomparada com as demais espécies domésticas21AulasAVALIAÇÃO DO REPRODUTORAspectos Anatômicos Aparelho reprodutor – Puberdade Os potros entram na puberdade aos 18 meses de idade, mas só devem ser iniciados na reprodução após os 30 meses de vida Sistema locomotorAspectos Fisiológicos Comportamento Reprodutivo podem estar férteis até os 24 anos em média. Características morfológicas3AVALIAÇÃO REPRODUTIVA DA ÉGUAAspectos AnatômicosAparelho reprodutor – Puberdade antes de 2 anosAs fêmeas devem ser cobertas, pela primeira vez, a partir dos 3 anos de idade, para que o primeiro partoocorra entre os 4 anos e 4 anos e meio, quando a égua está madura e tem seu completo desenvolvimento. O picode maturidade e fertilidade das fêmeas ocorre entre os 4 e 15 anosSistema locomotorAspectos Fisiológicos Hormônios FSH, LH, Estrógeno e Progesterona Com...
Estudia con juegos interactivos
Sube tus apuntes y genera flashcards, examenes y mas con IA
Empezar gratis