O arquivo 1 uma transcri23o longa de uma aula sobre 45emerg6ncias hiperglic7micas8910 principalmente 1112cetoacidose diab13tica 14CAD151617 e 1819estado hiperosmolar hiperglic20mico 21EHH22232425 com foco em diagn26stico e manejo passo a passo. 27ppl-ai-file-upload.s3.amazonaws2829https303132ppl-ai-file-upload.s3.amazonaws.com33web34direct-files35attachments3616118236637c8f0dcc4-0f1e-48cd-a916-15e0cbe7f2fd38paste.txt39
A cetoacidose diabética (CAD) é mais comum, tipicamente em ______, jovens, representando 4–9% das internações por diabetes.
Anotacoes
•Quadro geral e epidemiologia As emergências hiperglicêmicas principais são a cetoacidose diabética (CAD), mais comum, especialmente em jovens com DM1, representando 4–9% das internações por diabetes, com mortalidade <3%. O estado hiperosmolar hiperglicêmico (EHH) é mais raro (<1%) mas mais letal (mortalidade de 3–20%), ocorrendo principalmente em idosos com DM2, frequentemente desidratados e com demência. Os fatores precipitantes incluem infecções (30–50%), má adesão ou abandono de insulina, estresse, drogas e endocrinopatias. •Fisiopatologia essencial Na CAD, há deficiência absoluta de insulina, impedindo a entrada de glicose nas células, agravada por estresse que aumenta a produção hepática de glicose, levando à hiperglicemia. A ausência de insulina promove lipólise intensa, produzindo corpos cetônicos (acetoacetato, β-hidroxibutirato, acetona), causando acidose metabólica com ânion gap alto, além de sintomas como dor abdominal, náuseas, vômitos, hálito cetônico e respiração de Kussmaul. A hiperglicemia causa diurese osmótica, levando à perda de água e eletrólitos, desidratação, hipotensão e choque. No EHH, há produção suficiente de insulina para inibir a cetogênese, mas n...
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