Fibrilação atrial: definição, fisiopatologia, risco tromboembólico e diagnóstico

O que caracteriza a arritmia atrial descrita no texto?

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Anotacoes

Definição Arritmia atrial com completa desorganização da atividade elétrica atrial e consequente ineficácia da sua contração ECG Intervalos RR irregulares Ausência de ondas P Ondas fibrilatórias na linha de base ECG ECG Fisiopatologia Consequências Perda do débito atrial Estase sanguínea atrial Formação de trombos Resposta ventricular irregular Ausência de contração atrial efetiva Atividade elétrica atrial desorganizada Fisiopatologia Mecanismos principais • Focos ectópicos (principalmente nas veias pulmonares) • Múltiplos circuitos de reentrada • Remodelamento atrial: • Elétrico • Estrutural (fibrose) • Mecânico Fatores moduladores • Sistema nervoso autônomo • Inflamação • Estiramento atrial Fatores de risco Idade Sexo masculino Fatores genéticos HAS DM IC DRGE Valvopatias DPOC Hipertireoidismo Insuficiência renal Obesidade Sedentarismo SAOS Uso de álcool Tabagismo Quadro clínico Fibrilação atrial no ambulatório Diagnóstico ECG Holter (24h a 7 dias) Monitores externos (Loop) (1 a 4 semanas) Smartwatches Dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis Investigação do paciente com FA Exames laboratoriais • Glicemia • Função renal • Eletrólitos • Perfil lipídico • Hormônios tireoidia...

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